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Um estudo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) concluiu que a combustão do etanol feito com milho emite 39% menos gases de efeito estufa do que a combustão da gasolina. Já as emissões do etanol refinado em refinarias alimentadas por gás natural são 43% menores do que as da gasolina, diz o USDA.

O secretário de Agricultura dos EUA, Sonny Perdue, disse que o estudo valida a iniciativa do governo Trump de tornar a gasolina E15 – ou seja, com uma mistura de 15% de etanol – disponível para consumidores durante o ano inteiro.

“Eu reconheço os esforços do administrador da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês), Andrew Wheeler, para finalizar a regra E15 antes do início da alta temporada”, disse Perdue. A Administração de Informação de Energia (EIA) considera que a alta temporada para consumo de gasolina e diesel nos EUA vai do começo de abril até o começo de setembro.

Normalmente, a gasolina no país contém 10% de etanol. Em março, a EPA propôs mudanças regulatórias para liberar as vendas de gasolina com uma mistura de 15% de etanol durante todo o ano. Atualmente, a EPA proíbe a E15 durante o verão, por temores de que a mistura contribua para aumentar a fumaça em dias quentes.

FONTE: novacana.com/ Dow Jones Newswires

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O setor sucroenergético brasileiro pode aumentar a capacidade de moagem em 15%, ou em cerca de 90 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra, só com o aumento de alavancagem dos grupos saudáveis, segundo avaliação do Itaú BBA. De acordo com Pedro Fernandes (Foto), diretor de agronegócios do banco, existem no País 47 grupos em boa situação financeira e que poderiam ampliar a produção apenas com a tomada de crédito.

Para o executivo, o que pode destravar novos investimentos são um ciclo positivo para o açúcar, a consolidação do etanol, as mudanças tecnológicas e novo paradigma de juros no Brasil. "O que a gente tem visto ao longo dos últimos anos são players restringindo ao máximo investimentos em expansão e melhorias e optando por investimentos em retorno de curto prazo", disse. "Mas, com juros de 4% a 5%, muda o cenário de utilização do fluxo de caixa livre das empresas, que vinha sendo destinado para dividendos ou amortização de dívidas", completou.

Com o cenário atual de juros de mercado, de acordo com Fernandes, a taxa de financiamento está abaixo da oferecida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no passado, no auge da expansão do setor. "A nova expansão pode ser com linhas de mercado, falta um alinhamento dos fatores que trarão os empreendedores", completou.

FONTE: canaonline

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O Brasil está entre os dez países com maior área equipada para irrigação do mundo. Atualmente, 6,95 milhões de hectares estão equipados para irrigação, segundo dados da Agência Nacional de Águas (ANA). Quatro estados concentram quase 80% da área ocupada por pivôs centrais no país. São eles: Minas Gerais, Goiás, Bahia e São Paulo.

No município de Cristalina, no sudeste de Goiás, cerca de 63 mil hectares são irrigados com equipamentos, como pivô central, gotejamento e microaspersão. Entre as 56 culturas irrigadas, alho, batata, cebola e tomate são as que já bateram recorde de produtividade no ano de 2018, assim como o trigo, com 145 sacas por hectare.

Já na região noroeste de Minas Gerais, os municípios de Unaí, Paracatu, Guarda-Mor e Bonfinópolis somam juntos o total de 100 mil hectares irrigados.

O crescimento da atividade tem se tornado mais forte e persistente nas últimas décadas, ao se intensificar ainda mais nos últimos anos, dada a dinâmica e diversificação das culturas. Porém, a irrigação ainda é pequena frente ao potencial estimado do país, pois muitos avanços ainda são necessários para melhor caracterização e monitoramento da atividade.

Com a técnica da irrigação é possível fornecer alimento para todo o mundo de forma equitativa e racional. Além de imprescindível na região do Distrito Federal e entorno, a técnica é essencial para manter a produtividade no campo e a rentabilidade.

De acordo com o secretário-executivo da Associação dos Irrigantes do Estado de Goiás (Irrigo), Bruno Vicente Marques, a irrigação na região é fator determinante para o desenvolvimento econômico, social e sustentável. “Temos na região um período climático definido, com estações chuvosas e secas, e exploramos diversas atividades que dependem exclusivamente da irrigação, como alho, batata, feijão, cebola, tomate, milho e soja e, com isso, a gente consegue viabilizar uma safra mais precisa. A prática da irrigação nessa área traz segurança para o produtor rural, principalmente nos períodos de veranicos, quando já temos um déficit hídrico já programado naturalmente. Dessa forma, garantimos que as lavouras e as produções tragam resultados mais esperados”, explica.

Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

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